terça-feira, 10 de maio de 2011

Nós, eternos pigeantes

OK, Regina, você venceu!
Eis-me aqui, lançando-me na primeira aventura de cibernauta. Se navegar é preciso, aqui estamos nós, pigeantes, rumo ao desconhecido. Assim o fizeram os grandes navegadores, singrando os "mares nunca dantes navegados", assim o fazemos nós, professores, tutores, alunos na grande busca do saber cuja dimensão ainda ignoramos. Estamos no mesmo barco a traçar novas rotas, a conceber a melhor trajetória a ser percorrida com a nossa tripulação. Você, Regina, é meio que o meu timoneiro; você sabe segurar os tombos da embarcação. Eu sou apenas um velho marinheiro que conhece o mar, apenas o mar. Nada sei de Náutica. Nos antigos navios piratas contava-se uma anedota que dizia que papagaio velho não aprende a falar. Não sei se vou chegar lá. Por isso estou aqui, ao sabor do vento, à espera de uma calmaria. Quem sabe assim eu não chegue logo a um porto seguro?
Jotabê

Um comentário:

  1. Parabéns João! Sua criatividade é algo que me fascina, suas palavras encantam. É isso aí. É uma delícia ler seus conteúdos e suas metáforas.
    Não jogue a âncora! Sinta o cheiro de novas terras.
    Abração,
    Vanderci (Tarumã)

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